Alarme ONU: 79,5 milhões de pessoas estão deslocadas

O relatório publicado anualmente pelo ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, monitora o número de refugiados: até o fim de 2019, 79,5 milhões de pessoas em todo o mundo foram forçadas deixar suas casas

refugiados sírios

por redação Mundo e Missão


O deslocamento forçado afeta mais de 1% da humanidade (uma em cada 97 pessoas), sendo que um número cada vez menor de pessoas forçadas a fugir consegue voltar para suas casas. Até o fim de 2019, 79,5 milhões de pessoas em todo o mundo foram forçadas deixar suas casas. O deslocamento forçado praticamente dobrou na última década. É o que diz o relatório “Tendências Globais”, publicado anualmente pelo ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, que contabiliza e monitora o número de refugiados, deslocados internos, retornados, solicitantes de refúgio e pessoas apátridas.

O relatório (aqui o do ano passado) fala também das crianças. O número de crianças deslocadas (entre 30 e 34 milhões, sendo dezenas de milhares desacompanhadas) é tão grande quanto as populações da Austrália, Dinamarca e Mongólia juntas.

E o Brasil? Segundo dados divulgados pelo Cômite Nacional para os Refugiados (CONARE) na quarta edição do relatório “Refúgio em Números”, o Brasil reconheceu, apenas em 2018, um total de 1.086 refugiados de diversas nacionalidades. Com isso, o país atinge a marca de 11.231 pessoas reconhecidas como refugiadas pelo Estado brasileiro. Desse total, os sírios representam 36% da população refugiada com registro ativo no Brasil, seguidos dos congoleses, com 15%, e angolanos, com 9%.

fonte: ACNUR Brasil


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