Missão Jovem de Junho/Julho de 2018 – nº 340

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omidas típicas, bebidas quentes, músicas, danças, fogueira, balão e muita animação. São comuns nesta época do ano as festas juninas. E o auge da comemoração é a dança da quadrilha. Além disso, comemoram-se também três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro.

Mas, como surgiu esta tradição? O mês de junho é o tempo do solstício de verão no Hemisfério Norte. De acordo com o livro “O ramo de ouro”, de James George Frazer, nesta época, diversos povos faziam celebrações para pedir fartura nas colheitas. Com o passar do tempo, foram inseridos os três santos juninos nas comemorações. No Brasil, esse período marca o início do inverno e coincide com os principais rituais dos antigos povos indígenas, que começavam a se preparar para o novo plantio e também para a colheita, pois os roçados do ano anterior ainda estavam repletos de mandioca, cará, inhame, batata-doce, banana, abóbora, abacaxi, milho, feijão e amendoim.

Nesta edição do jornal Missão Jovem a seção “Heróis Cotidianos” conta o sonho de uma menina italiana que deixou um legado para o bairro em que morava. Em “Espiritualidade”, o padre Francisco Sorrentino faz uma reflexão sobre o servir. Segundo ele, estar à disposição do outro é um caminho para a felicidade. E “Missão” traz a experiência da jovem nutricionista Mariana Gaspar Nicolau, que desenvolveu um trabalho num hospital na República dos Camarões, na África.

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