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Rachel, mãe de um refém em Gaza: "Uma boa Quaresma para nossos amigos cristãos"

Assim como no Natal passado, a sra. Golden-Polin gravou um vídeo na quarta-feira de cinzas para desejar uma quaresma "cheia de significado e importância": "E também continuamos a rezar para que Hersh e todos os reféns voltem para casa muito, muito antes da Páscoa, imediatamente, o quanto antes".


Foto Ilustrativa: by Getty Images / FREDERICA ABAN / cancaonova.com

Em 23 de dezembro, em um vídeo que circulou, Rachel Goldberg-Polin desejou "um Natal são e feliz" ao Papa Francisco e, um mês antes, em 22 de novembro, ela o cumprimentou pessoalmente, apreciando sua atitude "participativa e muito compassiva". Hoje, como sinal de uma amizade que continua e se fortalece, a sra. Rachel - mãe de Hersh, um dos reféns sequestrados pelo Hamas em 7 de outubro - volta a se dirigir, em um novo vídeo, aos "amigos cristãos de todo o mundo" que ontem iniciaram a Quaresma.


"Quaresma repleta de significado"

"Hoje", diz Rachel no vídeo, "é o 131º dia (desde o sequestro de seu filho), e é também a quarta-feira de cinzas para nossos vizinhos e amigos cristãos em todo o mundo, que nos deram tanto apoio pessoal e às famílias dos reféns. Portanto, gostaria de lhes desejar uma Quaresma repleta de significado e importância".


Que os reféns voltem para casa "em breve, antes da Páscoa"

A mãe de Hersh lembra que a Quaresma é o período de quarenta dias antes do Sábado Santo, que precede a Páscoa e, acrescenta, "são quarenta dias que muitos cristãos dedicam ao arrependimento e à autorreflexão, dando esmolas e evitando certos prazeres. Isso serve para promover uma união espiritual mais profunda". O desejo dirigido a todos é de "uma Quaresma muito frutífera". "E também continuamos a rezar", conclui, "para que Hersh e todos os reféns voltem para casa muito, muito antes da Páscoa, imediatamente, o quanto antes".


A mesma esperança tenaz havia sido dita anteriormente por Rachel. E no vídeo da véspera de Natal do ano passado, dirigindo-se especialmente a Francisco, ela agradeceu ao Papa por sua participação na dor das famílias dos sequestrados, que estão vivendo uma terrível suspensão há mais de quatro meses. "Ficamos realmente comovidos com o fato de que o senhor se preocupa com todos os filhos de Deus", disse ela, demonstrando em todas as ocasiões sua convicção de que é precisamente a partilha do sofrimento é a raiz de uma paz verdadeiramente sólida".


Por Alessandro De Carolis - Cidade do Vaticano


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